Quem foi Indenizado pela escravidão no Brasil?

Quem foi Indenizado pela escravidão no Brasil?

 

Desde o dia 8, uma foto emblemática escancarou o racismo no Brasil. Nela, Donata Meirelles, então diretora da Vogue Brasil, uma mulher branca, aparece sentada numa cadeira utilizada pelas mães de santo no Candomblé cercada de figurantes negras vestidas com roupas tradicionais de baianas. A imagem era clara: negros em posições subjugadas ao lado de uma branca em um cenário onde a cultura negra é apropriada com fins festivos.

Quase uma semana depois das imagens da festa gerarem uma onda de revolta nas mídias sociais, um jovem negro de 19 anos é assassinado por um segurança no supermercado Extra no Rio de Janeiro. Ele foi morto a sangue frio, depois de ter sido sufocado até a morte pelo segurança, diante de várias testemunhas. Pedro Gonzaga agora faz parte das estatísticas assustadoras que mostram que quase 75 % das vítimas de homicídios são negros, a maioria jovens.

Desde o século 18, escravos e libertos começaram a conceitualizar a ideia de reparações em correspondência, panfletos, discursos públicos, narrativas de escravos e petições judiciais, redigidos em inglês, francês, espanhol e português. O sistema escravista tinha base legal, mas escravos e ex-escravos tinham plena consciência de terem sido vítimas de uma injustiça. Eles sabiam que ao fornecer trabalho não remunerado aos seus proprietários estavam contribuindo para construir suas riquezas.

Entre 1804 e 1888, todas as sociedades nas Américas aboliram a escravidão. Mas o fim da escravidão foi um processo lento e gradual. Mesmo em regiões vistas como paraísos da liberdade, como o norte dos Estados Unidos e o México (onde a escravidão foi abolida mais cedo do que em muitas regiões do continente americano), o fim da escravidão foi um processo longo.

Alguns abolicionistas até chegaram a chamar atenção para a necessidade de reparações aos ex-escravos e seus descendentes. Luiz Gama, por exemplo, muitas vezes denunciou publicamente o tráfico ilegal de africanos depois da assinatura da lei de 1831. O que realmente prevaleceu nos debates públicos era a questão de como compensar financeiramente os proprietários de escravos pela perda da propriedade escrava. Em outras palavras, o fim gradual da escravidão nas Américas durante o longo século 19 foi planejado para proteger os interesses dos senhores de escravos.

Ainda durante a abolição gradual da escravidão seja no norte dos Estados Unidos ou no Brasil, as leis do ventre livre previam algum tipo de indenização para os senhores de escravos. Além disso, os proprietários de escravos receberam indenizações quando a escravidão foi abolida na capital Washington DC em 1862.

Nos Estados Unidos, o período que se seguiu à abolição da escravidão trouxe esperanças de redistribuição de terras para os libertos. Mas esses projetos também falharam. Nada parecido aconteceu na América Latina. Embora privados de recursos materiais, em países como o Brasil, os libertos privilegiaram a luta pela cidadania. Ao final da Segunda Guerra, esse contexto começou a mudar, especialmente depois que os sobreviventes judeus do Holocausto obtiveram reparações financeiras.

No período final da Guerra Fria, o governo dos Estados Unidos pagou restituições financeiras aos nipo-americanos que foram ilegalmente colocados em campos de concentração durante a Segunda Guerra. No Brasil, a partir da década de 1990, organizações negras lideraram protestos e apresentaram projetos de lei no Congresso Nacional pedindo reparações financeiras ao governo federal brasileiro.

Em 2014, a Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB, anunciou a criação de uma Comissão Nacional da Verdade Sobre a Escravidão no Brasil cujo objetivo era examinar o período da escravidão no Brasil e estabelecer modalidades de reparação. Nenhuma dessas iniciativas, porém, tiveram um retorno prático.

Luto-Ninho do Urubu , RJ

Luto-Ninho do Urubu , RJ

A Tenda de Umbanda Ogum Delê vem a público externar seu pesar em razão da tragédia ocorrida esta madrugada no CT do Flamengo (Ninho do urubu)
Rogamos ao Criador que ampare em seus braços esses espíritos e conforte o coração de familiares e amigos.
Nos solidarizamos nesse momento tão triste para a torcida do Flamengo e do povo carioca.

Quaresma, devemos respeitar?

Quaresma, devemos respeitar?

 

A dúvida sobre o funcionamento dos terreiros de umbanda durante o carnaval e quaresma, vem da época que os orixás eram proibidos de serem cultuados e deveriam ser sincretizados com os santos católicos.
Como o período da quaresma corresponde a uma época de reclusão e reflexão dentro da igreja católica, muitos terreiros de umbanda e candomblé optavam por não criar atritos junto a comunidade católica e fechavam suas portas.
Para não ter problemas com as autoridades locais e com as pessoas em geral, era preferível fechar ou poderiam ser acusados de desrespeitosos com a religião católica.
As pessoas consideravam que as casas de santo não deveriam bater tambores ou praticar qualquer ritual na quaresma.
A exemplo da igreja católica que deixa suas imagens cobertas por mantos de cor roxa em sinal de respeito na quaresma, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo.
Mas devemos lembrar que estes são rituais católicos e não pertencem a religião umbandista, portanto não precisamos nem devemos respeitá-los.
A quaresma para nós vai marcar apenas o final do ano litúrgico na umbanda, com a chegada da semana santa e da páscoa.
Penso que os terreiros não precisam parar suas atividades durante a quaresma e podem funcionar normalmente.
Este é um período de carência, necessidade e muita instabilidade espiritual para muita gente e parar os atendimentos espirituais nessa ocasião não é boa ideia, pois é quando muitos mais precisam.
Certos terreiros de umbanda tem preferencia por trabalhar apenas com Exús e Pombagiras na quaresma; outras casas preferem trabalhar com os Pretos Velhos e Caboclos, isso vai depender da linha de trabalho espiritual seguida em cada casa de santo.

Um outro fator que com certeza contribuiu e muito para a introdução de alguns hábitos católicos em nossa umbanda, foi o fato de que os negros eram proibidos por seus “donos” a praticarem a religião de seus antepassados e assim sendo, primaram pelo sincretismo cristão.
Mesmo em meados do século XX, ainda era comum a polícia perseguir os templos de umbanda e candomblé, ocasião em que prendiam todos que se encontravam naquele local, então, os sacerdotes e sacerdotisas continuaram a manter o culto da quaresma como forma de mostrar uma “submissão” ao cristianismo, afastando assim a idéia de culto demoníaco, que erroneamente se tinha de nossa religião.
Hoje, com o avanço das leis, muitas casas, aboliram esse ritual, e sendo assim, podemos até mesmo ver saídas ou obrigações de santo durante os quarenta dias que se seguem após a folia.
Se esse ou aquele está certo ou errado, não me compete dizer, apenas posso afirmar que, se cultuando ou não a quaresma, o que realmente importa é que sigamos fielmente as orientações dos nossos guias, aqui na T.U.O.D,trabalhamos normalmente no período de quaresma não nos importando com os ritos e nem com a liturgia expressas por outras denominações.
Não nos importa o ritmo de cada casa ou de seu sacerdote, 0 que importa realmente, é que sejamos fiéis à casa que nosso Orixá escolheu, pois ele com certeza sabe o que é melhor para seus filhos praticantes.
O mais importante que ensinamos aqui em nossa casa é que a umbanda jamais irá proibir seus filhos de se divertirem no carnaval, desde que observados os devidos cuidados que constam em nosso regimento.

Conheça Algumas Leis da Espiritualidade

Conheça Algumas Leis da Espiritualidade

 

 

LEI DE CAUSA E EFEITO:
Tudo o que você pensa, fala e faz, volta pra você, lembre-se sempre disso antes de fazer qualquer coisa…
Cada palavra, pensamento ou ação enviam para o universo ondas eletromagnéticas fazendo com que se tornem realidade.
LEI DO RETORNO:
A lei do retorno é muito justa, e penso eu qua a mais temida por uma porção de gente por aí…você pensou em algo e esqueceu, e/ou não classificou esse “algo” como ruim, acaba causando o desmembramento de outros fatos igualmente ruins. Tudo o que se pensa, fala e faz, tem retorno ruim.
LEI SEMELHANTE ATRAI SEMELHANTE:
Cada vez que você envia energias- boas ou más – para o universo, está atraindo energias semelhantes à sua. Tudo que acontece ao seu redor, você é responsável, inclusive os acidentes, pois as vibrações estão na mesma frequência.
LEI DO SILÊNCIO:
Cada vez que você critica alguém ou faz comentários sobre briga de vizinhos, sobre assaltos, problemas pessoais ou ciúmes, aumenta a energia negativa que acaba somatizando nos corpos sutis até chegar ao corpo físico, seja como doenças, acidentes, etc.
É preferível se calar a falar palavras negativas.
LEI DA PROJEÇÃO:
Essa lei ocorre quando você se projeta, inconscientemente, no outro. Por exemplo: alguém tem uma qualidade que você admira. É porque você tem essa mesma qualidade guardada no seu subconsciente.
O mesmo acontece quando você não gosta de determinado comportamento ou defeito de uma pessoa, significa que você tem o mesmo comportamento ou defeito dentro de si mesmo e, como não consegue identificá-los, se projeta no outro.
LEI DA DOAÇÃO:
Serve para movimentarmos as nossas energias e assim atrair a prosperidade. você precisa doar-se para que essa energia de “doação”, que pode ser qualquer tipo, transforme as vibrações negativas em positivas e nunca espere que nada caia do céu…
LEI DO DISTANCIAMENTO:
É a compreensão de que nada nos pertence, nem mesmo as pessoas de nossa família (pai, mãe, filhos), amigos, animais domésticos e bens materiais. Tudo é passageiro em nossa vida, inclusive o nosso corpo físico. Devemos amar e estar presentes em tudo que está a nossa volta, porém devemos nos conscientizar, com sabedoria, do desapego amoroso.

ONDE ESTÁ A CASA QUE PROCURO?

ONDE ESTÁ A CASA QUE PROCURO?

Conversando com um médium que veio de outra casa e que passou por inúmeras dificuldades dentro da religião, me apareceu tema para este texto..
Quantos  médiuns praticantes ou não, já não se fizeram esta pergunta:

“Onde está a casa que procuro?”

Penso eu que na realidade a questão não é bem do “querer” e sim,perguntando-se corretamente seria “onde está a casa que eu necessito para o meu aprimoramento espiritual?”

Muitos médiuns á princípio, procuram e optam pela conveniência,pelas facilidades e até mesmo pelo conforto, procurando casas que fiquem próximas de suas casas,de seus trabalhos,no mesmo bairro e de preferência na rua de sua casa… como muitos dizem (não gasto com gasolina e nem condução), uns até encontram e se dão bem, dão à sorte de encontrarem uma boa casa, porém outros passam por inúmeras desilusões e dissabores e quando vêem que o tão esperado terreiro não se encontra tão próximo assim, começam á se desanimar e se esmorecer e muitos acabam pendurando as chuteiras,se afastando da religião, outros começam á atender e dar passagem para suas entidades em sua própria casa, onde muitas vezes começam um grande e maior problema: começam á puxar cargas e energias de outras pessoas que ainda não sabem como segurar e dissipar, trazendo ainda mais dores de cabeça para sí, e isso vira um jogo complicado difícil de lidar, até o ponto que o médium não aguentando mais tantos problemas espirituais decorrentes de sua pressa e despreparo, volta a se fazer  a mesma pergunta:”Onde está ,meu pai Oxalá,o terreiro que eu procuro para cumprir missa missão?
Nestes momentos, uma tristeza enorme assola a mente do médium, um desconsolo, um sentimento de desamparo começa a tomar conta, como se ninguém tivesse ouvindo seu clamor seu pedido…aí vem minha opinião…
Muitas vezes nossas entidades  nos provam, nos testam e isso é um fato ainda omitido e ocultado por muitas casas,primeiro por muitas delas desconhecerem o profundo teor espiritual e outras mais maldosas,na esperança de não afugentarem médiuns de seus antros,os guias também querem ver até que ponto o médium vai aguentar segurar a corda do outro lado, querem avaliar nossa força de vontade, nosso desprendimento, nossa garra,etc.

Muitos até dizem: “as entidades,ás vezes nos fazem sofrer”;Ora irmãos e irmãs, isso não é fazer sofrer, isso é ENSINAR.
Um médium, quando se dedica á procurar uma boa casa para cumprir sua missão espiritual não medindo esforços, não se acomodando,não querendo que as “coisas caiam do céu”  quando consegue encontrá-la, acaba percebendo como ralou para estar ali e dá valor á isso (pelo menos deveria dar valor á isso).

Por outro lado, vejo que esta busca também não é difícil para todos, muitos médiuns estão em boas casas, mas lhes faltam doação e muitos, simplesmente não dão o valor devido á suas casas e acabam se perdendo na severa estrada mediúnica.

Povo de umbanda, se atentem para um detalhe muito verdadeiro: nem sempre a casa que seu orixá lhe reservou, será na esquina da sua casa, no seu bairro, ou mesmo na sua cidade, às vezes ela é longe, vai exigir de você  muita combustível para chegar nela,muita força de vontade, muita dedicação, e falo isso por experiência, pois frequentei,durante meu desenvolvimento por alguns anos,um terreiro que levava quase duas horas de ônibus prá chegar nele saindo do meu trabalho, as giras eram ás sextas feiras e eu saía de meu trabalho ás 18:00, na Rua 25 de Março e tinha que chegar no Bairro do Tatuapé para o início do culto “pontualmente” ás 19:00,o que perante o trânsito de São Paulo,era sempre difícil e apenas o metrô para me salvar neste dia, era sacrificado, mas valia muito à pena, e como valeu a experiência,afinal me ensinou a ser o médium que sou hoje e honro o meu aprendizado, ensinando aos meus filhos e filhas estas noções de respeito,de pontualidade,de assiduidade, de dedicação, seriedade, responsabilidade e comprometimento.
Eu,particularmente falando,não tenho dúvidas de que nossas entidades testam nossa força,persistência e teimosia,como sempre comento aqui em minha casa, a missão deles além de nos ensinar é fazer com que coloquemos para fora o melhor de nós.

Cuidado com a arrogância e a falta de humildade ,pois existe muito médium por aí que não quer trabalho ou doutrinação, quer facilidades e essa carapuça serve também, para alguns consulentes que acham que o Pai de Santo é obrigado á ficar lhes atendendo 24 horas por dia…é por telefone, é por internet, mas se dispôr á ir ao terreiro no horário marcado, não querem, para que não é mesmo?; se tem o zelador a sua disposição…olha,muito questionável essa fé…  se você é daqueles(as) que pensa assim, por favor,escolha outra religião, porque a umbanda é cheia de “muitos”; é muito trabalho, muito estudo, muita dedicação, muita doação,muita paciência, muita,mas muita empatia com o próximo.

Outro tipo de médium muito preocupante e desavisado, é aquele médium que procura casas luxuosas, numerosas,etc, o fato em questão não é o que a casa tem ou ostenta,e sim o que “ele” tem para oferecer á casa, tem médiuns(e aqui no sul do país isso é frequente) que procuram esses tipos de casa,não preocupados em se desenvolver, mas para mostrar aos amigos(as) seu status,esquecendo-se do essencial ,que é a ligação ao seu trabalho mediúnico,mas como graças ao astral,sempre vejo acontecer os mesmo resultados e os mesmos tombos, quando o médium chega á uma casa,nestas condições, com o coração cheio de ambição e vaidade com certeza e fatalmente irá se decepcionar muito,pois caso este médium possua entidades verdadeiras que o guiem, estas lhe ensinarão lições duras,severas e difíceis quanto à humildade.

Mas existem estilos de médiuns piores do que estes que mencionei?;sim,infelizmente eu consigo identificar  inúmeros e péssimos “tipos de médiuns”,existem por exemplo, médiuns que procuram casas que tem festividades o tempo todo, pois é.. isso mesmo FESTAS,  pois não procuram uma casa religiosa,que vá os orientar e polir,mas sim  uma casa para beber e comer, na realidade não estão á procura de terreiros mas sim de “botecos da esquina”, está a internet aí que não nos deixa mentir né?;fotos de festas de terreiros por aí que parecem tudo,  menos um trabalho espiritual.

Acordem para vida meu povo de umbanda e vejam que tipo de espíritos são esses que vocês bebem e se divertem juntos,será que espíritos de luz vibram nestes ambientes disfarçados apenas por luxuosas roupas?
Finalizando,existem aqueles médiuns que querem uma casa espetacular, onde o zelador esteja sim 24 horas á sua disposição, onde a casa lhe proporcione tudo o que ele necessite, mas se a casa pedir ajuda para comprar um maço de velas já é motivo de ofensa, ai a casa já está cobrando pelos seus trabalhos, já está explorando, alguns médiuns se esquecem que numa casa há despesas e que há rateios, outras até despesas como aluguel, luz e água e que seria totalmente injusto sair tudo do bolso do zelador, pois lembrando, a casa não é só sua é de todo o corpo mediúnico que ali se encontra,e por na maioria das vezes,ser justamente o zelador quem mais trabalha na casa, inclusive eu conheci algumas boas  casas que já fecharam por falta de comprometimento mediúnico ou porque a zeladoria simplesmente não agüentou arcar sozinha com os altos custos de manutenção, isso sim é triste.

Mas como toda a moeda tem dois lados há também zeladores abusivos, exploradores que muitas vezes abusam da boa vontade de bons médiuns, e que cobram até por um passe, esses podem se auto denominar do que quiserem,mas para mim não são,nem jamais serão sacerdotes de umbanda, e é justamente o que mais me dói, saber  que estes zeladores mercenários tem tanto valor, enquanto outros que são honestos são mau classificados por inúmeras pessoas por não cobrarem, ou pior,que sua umbanda “humilde e uniformizada” não compete em qualidade com a luxúria existente em certas casas…pobre gente iludida, que pede para ser enganada.

Há médiuns por aí que passam por inúmeras más situações, zeladores que os maltratam, os exploram,etc e ainda inventam histórias da carochinha,como  a última que ouvi recentemente de um consulente(uma das mais ridículas que já ouvi em minha vida)

Você é de Ogum, mas não te darei Ogum porque eu sou de Ogum então não podemos ter dois Oguns na casa, então vou te dar Oxóssi tá?”

Quanta “ância” né?; arrogância,ignorância e petulância, como assim “eu vou dar?”…, o Orixá nasce com a pessoa, não é o zelador nem a casa que dá o Orixá á ninguém de acordo com sua vontade, quanta desinformação…nessas horas fico pensando: O que estão fazendo com a umbanda?
Nossa Umbanda meu povo, está precisando de mais trabalhadores e menos vagabundos essa é a dura e triste verdade, por um lado zeladores abusivos, mal informados e exploradores por outro lado médiuns que só querem ajuda e comodidade, médiuns que não querem saber de se aprimorar, de aprender, de cooperar,se lapidar…

Médiuns que chegam ao terreiro com o corpo e o coração tão sujos, que as suas próprias entidades, para conseguirem fazer um acoplamento espiritual, precisam usar de toda sua energia fluídica espiritual para ver se conseguem pôr algo na cabeça dos irresponsáveis…

São tantos absurdos que daria um livro, tem médium que toma  banho de erva e fica reclamando que deu coceira no corpo, já cheguei a ouvir de médium que este odeia o som dos atabaques,meu deus…tá fazendo o que dentro de um terreiro que usa atabaques?

Onde está o terreiro que eu necessito?; o médium pede aos céus e do outro lado a casa clama:

Onde está o médium que esta casa precisa?; hoje está bem assim, por um lado médiuns que precisam de boas casas e do outro boas casas que precisam de bons médiuns, veja não estou falando de números e sim de qualidade mediúnica.
Por isso meu povo de umbanda,á todos vocês que buscam hoje uma casa idônea, séria e comprometida com a espiritualidade não economizem esforços para encontrá-la, seja ela onde for, deixe o comodismo de lado, e vá em busca, porque quando a encontrar você se sentirá como se tivesse no colo do pai .. no colo da mãe, a sensação de amparo e de luz será inconfundível.
Que meu Pai Ogum, senhor dos caminhos, guie os seus passos, dando á vocês o “norte” que precisam em suas vidas mediúnicas…

Pai Mario de Ogum

Luto

Luto

A Tenda de Umbanda Ogum Delê vem a público externar seu pesar em razão da tragédia ocorrida na Catedral de Campinas na última terça feira.
Rogamos ao Criador que ampare em seus braços esses espíritos e conforte o coração de familiares e amigos.
Nos solidarizamos nesse momento tão triste para a comunidade religiosa e para a sociedade como um todo.

Último Gira

Último Gira

Bom dia povo de umbanda!
Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de energias nefastas.
O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas.
Ele tem o mesmo comprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos
Visto ao microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados.

As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa, por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias, já se percebe a diferença.
Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmoura.

A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes.
Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação.

A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite, no quarto, para que o sono não seja perturbado.
Venha neste sábado, dia 15/12 pegar o sal cruzado por nossos guias!

 

 

SAÚDE E ENERGIAS DO MÉDIUM

SAÚDE E ENERGIAS DO MÉDIUM

Todo e qualquer trabalho mediúnico e energético dependem, também, do corpo físico, das energias do corpo físico e, portanto, depende diretamente do estado de saúde do médium que realizará o trabalho, o qual depende e, ao mesmo tempo, interfere no seu estado mental e emocional.
Toda doença física é a materialização de um desequilíbrio psíquico e/ou energético prévio.
E quando este desequilíbrio se materializa no corpo físico, é porque já estava “encubado” nos outros corpos energéticos há mais tempo e passou desapercebido á todos.
O transe mediúnico e o trabalho mediúnico, seja de que tipo for, em geral exige um esforço também físico por parte do médium, o qual consome uma porção de suas energias para se realizar.
Se ele já estiver energeticamente debilitado por uma doença física, se não estiver com as suas energias equilibradas, pode ficar desvitalizado e, conseqüentemente, piorar ainda mais o seu estado físico, já que a captação e a rearmonização das energias, depois de um trabalho, também exigem boas condições mentais e emocionais para acontecerem, o que o médium não terá se não estiver se sentindo bem.
E, sem fazer essa captação de forma eficiente, poderá sair do trabalho em pior estado do que quando entrou, por isso é que se recomenda que o médium não trabalhe quando estiver doente, preservando-o de um desgaste ainda maior, pelo menos aqui em nossa casa agimos desta forma.
Além disso, como a condição física sempre interage intimamente com as condições mentais, emocionais e espirituais do médium, evitando que ele trabalhe quando está doente, evitamos também que alguma energia desequilibrada passe para as pessoas ou entidades á serem atendidas, o que poderia causar mais perturbação do que benefícios e evitamos, também, que o médium, em vez de doar, “roube”, inconscientemente, energias do consulente.
Como a espiritualidade explica: “desde que o médium se encontre enfermo, a sua tarefa mediúnica se torna contraproducente, uma vez que ele projetará algo de suas próprias condições físicas e orgânicas sobre os consulentes á que tiver contato e que se sintonizarem passivamente à sua faixa vibratória é o que chamamos de “psicofísica”.
“Entre o médium doente e o paciente mais vitalizado, a lei  do mundo “astral” transforma o primeiro num vampirizador das forças magnéticas que, porventura, sobram no segundo, ou seja, inverte-se o fenômeno.

Em vez de o médium transmitir fluídos terapêuticos ou vitalizantes, ele termina imantando para sí as energias alheias, em benefício do seu próprio equilíbrio vital.”

Nestes casos, o médium deve ser capaz de reconhecer  através de seu bom senso e humildade, que não tem condições de trabalhar e o dirigente responsável pelo trabalho deve ter também o bom senso de não exigir desse médium o sacrifício, pedindo que trabalhe mesmo assim.
Isso não significa que qualquer dor de cabeça ou unha encravada no pé possa ser usada como desculpa para não se trabalhar, estou falando de problemas de saúde que realmente estejam debilitando e limitando o médium em sua capacidade de concentração, atenção e doação e em seu vigor físico, e não de qualquer leve indisposição ou mesmo preguiça, á que todos estamos sujeitos no dia a dia muitas vezes agitado que levamos.
Medicamentos
Assim como os alimentos, os medicamentos também têm energias próprias, que interagem diretamente com as energias físicas e extrafísicas de quem os consomem.
Há medicamentos que, por sua ação mais intensa sobre o sistema nervoso, interferem diretamente sobre as energias do duplo etérico e da aura, interferindo também na sensibilidade mediúnica.
Anestésicos, calmantes, excitantes, antidepressivos, etc. são substâncias que têm ação direta sobre o sistema nervoso e interferem não só nas energias físicas e espirituais, como também na consciência e na lucidez, afetando muito a capacidade de concentração e a atenção do médium quando em trabalho.
No entanto, o médium que esteja fazendo tratamento com alguma dessas substâncias não precisa ser afastado do trabalho, até para que o afastamento não venha a complicar ainda mais as condições que o levaram a precisar desse tipo de medicamento.
Como sempre oriento aqui em nossa casa, todo e qualquer medicamento de uso contínuo não precisa ser evitado para que haja um bom cumprimento mediúnico, afinal o astral sempre respeitará esta necessidade orgânica e jamais interferirá nisso.
O mais indicado é que o médium seja “remanejado”, ou seja, que ele não atue mediunicamente ou nos passes, pelo menos por um tempo, mas compareça aos cultos normalmente e desempenhe outras funções durante o período em que estiver utilizando estas substâncias de forma mais intensa ou mesmo que fique na assistência do terreiro.
Não basta cuidar da mediunidade, é preciso cuidar do médium, da pessoa, do seu reequilíbrio, e não podemos ignorar que é no kit pensamento/emoção que se assenta a mediunidade.”
É importante ter em mente que o médium é um ser encarnado como qualquer um de nós, e não um super-homem.
Por isso, está sujeito aos mesmos problemas e perturbações que as outras pessoas e o fato de adoecer ou precisar de ajuda profissional ou medicamentos não é declínio para ele, nem como pessoa, nem como médium.
É preciso tratarmos os médiuns como seres humanos, imperfeitos também, sujeitos a altos e baixos, mas tentando acertar, tentando crescer e melhorar, como todo mundo.
É importante não pensarmos que médiuns não erram, não se enganam, não falham, não fracassam, não fraquejam.
Não se deve exigir deles mais do que exigimos de nós mesmos, pois eles não são criaturas especiais, dotadas de poderes e forças sobre humanas.
São apenas seres humanos.
Pai Mario de Ogum

VOCÊ JÁ PAROU PRÁ PENSAR…

VOCÊ JÁ PAROU PRÁ PENSAR…

Você já parou prá pensar o quanto minha vida é diferente da sua?
Você já parou prá pensar que por muitas vezes, eu  também estou cansado ou saturado com tudo?
Você já parou prá pensar que, enquanto você pode escolher se quer ir ou não á um gira, eu não tenho opções?
Você já parou prá pensar, quantos casamentos, aniversários, batizados, etc … eu não posso comparecer, pois  atrapalharia o andamento dos trabalhos, enquanto você vai normalmente á estes eventos, bastando avisar sobre sua ausência?
Você já parou prá pensar que pode  escolher com quem quer ou não quer conviver ou mesmo manter em sua vida, enquanto eu tenho que abrir os braços á todos?
Você já parou prá pensar que em determinados dias você não tem paciência para ouvir reclamações , solicitações ou pedidos nem de seu companheiro (a) , enquanto eu tenho que estar disponível e paciente para ouvir á todos que me procuram com os mais variados assuntos?
Você já parou prá pensar por quantas vezes quer privacidade em sua casa ou em sua vida particular, enquanto a minha casa tem que  estar sempre aberta e minha vida particular sempre deve ser deixada de lado, diante de qualquer  eventualidade com algum necessitado?

Você já parou prá pensar em quantos passeios e viagens eu  renuncio, simplesmente  por ter um calendário á respeitar, enquanto você por qualquer motivo se ausenta de suas obrigações mediúnicas?
Você já parou prá pensar nas inúmeras horas de descanso que eu abdico para lhe ensinar nossa doutrina, enquanto você está com a cabeça nas nuvens e não presta a devida atenção ao que estou lhe passando?
Você já parou prá pensar que por tantas e tantas vezes quando  o gira acaba, eu ainda tenho inúmeras situações problemáticas  prá resolver, enquanto você vai  serenamente para sua  casa descansar?
Você já parou prá pensar em quantas dificuldades, quantos assuntos físicos/espirituais, quantos problemas físicos/espirituais, quantos detalhes, quantas adversidades  eu tenho prá me preocupar no meu cotidiano no terreiro, enquanto sua preocupação é apenas comparecer nos giras e pagar sua mensalidade?
Você já parou prá pensar quanta comida gostosa e quanta cerveja gelada eu tenho que recusar por estar de preceito quase que o tempo todo, enquanto você desrespeita seu único preceito que antecede um gira?
Você já parou prá pensar em quantas vezes faltou á um culto por estar sentindo um ‘’leve mal estar’’, enquanto eu por muitas vezes, tenho que ignorar  algumas dores  e doenças para honrar meus compromissos?
Você já parou prá pensar por quantos motivos fúteis você se descontrola e se enfurece, enquanto cada momento de nervoso meu é ostensivamente criticado por todos á minha volta?
Você já parou prá pensar que assim como você protege seu (sua) companheiro (a) e não gosta que ninguém o (a) ofenda, eu também não gosto, mas sou obrigado á expô-la á isso constantemente?
Você já parou prá pensar que por muitas vezes você expressa uma dificuldade enorme em perdoar alguém que lhe ofendeu, enganou ou magoou, enquanto me exige sempre o perdão por seus erros e falhas?
E paremos por aqui para não prolongar demais o texto…

Pai Mario de Ogum

NÓS PREJUDICAMOS NOSSOS GUIAS?

NÓS PREJUDICAMOS NOSSOS GUIAS?

Dentre as inúmeras perguntas que recebo, uma em especial, vinda de uma médium de outra casa, me chamou a atenção pela lógica da pergunta e por se tratar de uma preocupação que deveria ser de todos os médiuns praticantes:

Em alguns momentos, nós podemos prejudicar as nossas entidades de umbanda?

E a resposta é “obviamente sim”!

Vivemos falando em doutrina que, todos os nossos atos e condutas irão definir nossa qualidade como médiuns e sempre, tudo o que realizarmos dentro de nossa conduta mediúnica irá agradar ou desagradar os planos superiores e nossos guias precisam de disciplina e bons comportamentos para nos protegermos de nós mesmos e principalmente de nos defendermos das artimanhas das forças trevosas que sempre tentam nos induzir aos erros comportamentais.

Baseado nisso, falarei sobre a importância do “Orai e Vigiai” com relação as entidades, guias, protetores de umbanda, sobre o quanto nós os prejudicamos e atrapalhamos quando esquecemos dessa máxima, do quanto contraímos de karma quando os prejudicamos, não somente os nossos guias (que tudo perdoam), mas também as pessoas encarnadas que eles orientam e ajudam, como também, os desencarnados carentes de orientação ou disciplina.

Vejamos alguns erros comuns aos médiuns:
A consciência de que, quem realmente faz a umbanda são as entidades, consciência de que se você não estiver “prestando” prá trabalhar quem decide é a entidade, consciência do que é ser umbandista, consciência de que quem faz caridade é a entidade, guia, protetor, guardião. Médium apenas resgata karma!

* Quando nos dirigimos ao terreiro “sujos”; o que é um médium da umbanda sujo?

Não se iludam achando que é somente o médium que não tomou o banho preparatório ou o banho comum mesmo, conheço e vejo, muitos médiuns que estão com os “banhos em dia” mas que sempre transmitem uma aura suja, ou seja, impregnada de sentimentos profanos.

Entenda-se por sentimentos profanos: ciúme, inveja, prepotência, arrogância, idolatria, avareza, pensamentos desequilibrados, indisciplina, indolência, etc. estando um médium munido de tudo isso, não há banho de ervas que tire ou limpe.

* Quando, durante a gira ou nos momentos de passe, deixamos o nosso mental ser impregnado por pensamentos torpes, profanos ou pouco elevados, como por exemplo:

1- Ficar observando os comportamentos dos irmãos de fé, manifestados ou não, sem que isso, em momento algum,  seja para pós gira, orientá-lo ou ajudá-lo á se corrigir, mas sim , para simplesmente julgar ou entrar em rodas de conversas para criticar, zombar e rir.

2- Observar o comportamento dos consulentes na hora do gira ou momento do passe, sem ser com o objetivo de orientá-los sobre a disciplina e as normas da casa, ou sobre o entendimento do que esteja sendo feito pela entidade, mas sim, novamente, simplesmente julgar ou entrar em rodas de conversas para criticar, zombar, rir ou manifestar interesses ainda piores…

3- Quando, em momentos de culto ou necessidade, nos recusamos a “dar passagem” aos nossos guias porque estamos tão preocupados com nossas próprias mazelas que achamos que não estamos em condições emocionais ou físicas para o trabalho mediúnico… falsa humildade! Falso egoísmo!

Que tal deixarmos para as próprias entidades decidirem se estamos ou não em condições?

Se realmente estivermos sem condições para o trabalho, a própria entidade manifestada dará apenas a sua irradiação mas não permanecerá acoplada.

Mas não né ?;  Insistimos em saber mais do que elas!

Além do mais esquecemos também, quantas vezes aprendemos durante o camboneamento das  consultas, quantas vezes vemos um consulente passando por  problemas semelhantes aos nossos e somos indiretamente orientados pelo guia em terra.

4- Quantas vezes durante os passes e atendimentos, por não “irmos com a cara” do consulente, interferimos na consulta, vibrando antipatia, atrapalhando a incorporação, ao ponto, muitas vezes, da entidade ter que apagar nosso discernimento,  encaminhar o consulente para outra entidade, ou ainda, ser obrigado a terminar logo a consulta? Somos sempre os certos, né?

5- Desejar sexualmente um(a) irmão(ã) de fé ou consulente; você esquece que as entidades do astral olham tudo?

Vocês se esquecem (se é que saibam disso) que a entidade que vocês estão servindo (seus guias) sente ou percebe estes pensamentos pecaminosos?

Vocês se esquecem (se é que saibam disso) que uma entidade devidamente manifestada ao perceber este padrão mental simplesmente desencorpora?

Toda vez que tomarmos qualquer atitude incoerente ou incompatível com a doutrina umbandista, nós prejudicamos não somente as nossas entidades, mas a própria umbanda.

Outros pequenos deslizes também prejudicam e entristecem muito nossos guias, detalhes que parecem pequenos, mas conotam bons ou maus comportamentos: sujar reinos da natureza, desrespeitar irmãos de fé, trair o nosso cônjuge, nos omitirmos diante de uma injustiça, silenciarmos diante de uma calunia, etc.

Eu poderia escrever muitas postagens a respeito do quanto prejudicamos as nossas entidades de umbanda, mas será que adiantaria?; Será que você leria até o fim?

Porque o respeito ao preceito em não ingerir bebida alcoólica e não fazer sexo antes das giras, a grande maioria segue e respeita, mas por outro lado, do que adianta seguir estes preceitos disciplinares se nosso mental está preocupado com a “balada” que está marcada para depois da gira?

De que adianta não comer carne vermelha no dia do culto se você estiver pensando demasiadamente no choppinho que vai tomar após o gira, na pessoa que vai paquerar ou “ganhar”?

Será que você realmente estará com uma postura decente para o trabalho mediúnico, se estiver com isso na cabeça?

Como sempre alerto nossa família em doutrina, eu prefiro um médium que tenha feito sexo ou comido carne vermelha no dia de gira, mas que seu sentimento esteja voltado para o servir e para a caridade no dia da gira, do que um que não faça sexo ou tenha comido carne há um ano, mas esteja cheio de rancor ou inveja dentro do seu coração.

Não sejamos hipócritas! A espiritualidade tudo vê, tudo sabe e não cabe a você julgar o outro!

Se um médium faz sexo na véspera da sessão com a esposa dele, porque ficou viajando um mês inteiro ou muito atarefado e estava morrendo de saudades…ora esse sexo será até salutar! ;afinal,  imaginem como estariam os pensamentos dele durante a gira:  só pensando na hora de ir embora prá poder “matar a saudade”.

Não iria atrapalhar mais ?; é você quem vai julgar isso? ou é a entidade?

Penso que aprender a controlar nossos “instintos e apetites” , teoricamente é o que deveria nos diferenciar dos animais não?

Orai e vigiai sim, sempre, mas este comportamento só adianta se você tiver uma coisa chamada consciência!

Pai Mario de Ogum

SEMPRE ANALISANDO A NOSSA UMBANDA

SEMPRE ANALISANDO A NOSSA UMBANDA

Sempre vejo muitas pessoas que nos visitam pela primeira vez,entram em nosso terreiro pela primeira vez e se dizem maravilhadas com todas as sensações e impressões que sentem,ouvem e vivenciam ali dentro pela primeira vez,muitas voltam com mais ou menos assiduidade,porém as perguntas acerca de nossa religião são quase sempre as mesmas,pois muitas pessoas acabam tendo as mesmas dúvidas e questionamentos acerca de nossos ritos,e sem dúvida nenhuma,uma das mais frequentes perguntas é:
De onde vem e de onde se formou o movimento umbandista?
Ora, não vou abordar novamente este assunto,pois aqui mesmo neste blog,existem algu ns posts falando sobre isso,mas uma frase sempre respondo quando indagado:
A umbanda é, com certeza auto- suficiente, independente, grandiosa e única!
Òbvio que por se tratar de uma doutrina derivada de uma enorme mistura de outros cultos (Catolicismo,candomblé,catimbó,pajelança etc),possui também uma enorme variedade de  expressões,sendo provavelmente, a mais “plural” das religiões.
Dentro deste cenário religioso multicultural,vemos muitas divergências, mesmo entre adeptos que acabam tomando por certo, apenas as cartilhas que lêem,esquecendo-se da enorme variedade de cultos dentro da umbanda.

À meu ver, o problema é que muitos médiuns praticantes,frequentadores e ás vezes até consulentes acham que, a umbanda é “casa de Maria Joana” e que está aberta para receber quaisquer tipos de “invencionices”, para satisfazer propósitos pessoais e financeiros de alguns, que se acham os proprietários da umbanda.

À cerca de 20 anos e de forma crescente, alguns “apressados e despreparados”estão fazendo da umbanda, um laboratório de experiências e invenções e, em sua grande maioria, sem mesmo saber a essência dessas novas situações e cenários, ou seja, “achei bacana,bonito,vou fazer igual, vou colocar “isso”em meu culto.”
Pelo pouco que entendo, a umbanda é uma religião alicerçada e embasada no grande universo espiritual e não precisa de nada que não venha de seus mentores, de seus guias espirituais e entidades, que são extremamente competentes no que fazem e trazem com eles, bagagens cheias de ensinamentos e fundamentos mas, que nos últimos tempos, infelizmente estão deixando de serem postos em prática, para dar lugar às invencionices elaboradas para satisfazer egos,vaidades e principalmente as finanças de alguns que, se auto denominam  Pais/Mães de santo, mesmo não tendo passado pelos processos de iniciação dentro de suas liturgias e obrigações.
Esses supostos “Sacerdotes da umbanda”, ministram cursos de sacerdócio á distância, cursos de formação, cursos diversos de magia, entregam diplomas, escrevem livros e implantam situações nos cultos de umbanda, que nem mesmo no berço plural e religioso umbandista existem.
Não tendo eles (os ditos sacerdotes), uma estória religiosa para validar e autenticar seus “supostos ensinamentos e fundamentos” e nem uma fonte real para se apoiar como verdadeira, transferem este suposto saber para o “além”,afirmam na maior cara de pau (desculpem o linguajar) que todo esse “new conhecimento”, são obtidos através de psicografia como já andei ouvindo por aqui…(pelo amor de deus!!!!), fazendo com que o grande médium Chico Xavier, se torne pequeno, diante da mediunidade desses “grandes sacerdotes”, pois a quantidade de material que chega do além, para eles ministrarem seus cursos e escreverem seus livros, é simplesmente invejável.

E com isso, prá variar é a umbanda é quem perde, enquanto eles recheiam suas contas bancárias…

A verdadeira umbanda, embasada na simplicidade de seus guias, na caridade pura e sem preconceitos, se transforma em um verdadeiro quebra cabeça de invenções e complicações mentirosas,fomentadas ás vezes por pseudo médiuns que não foram ensinados assim,fazer o que? , malandros só se darão bem exercendo a malandragem, enquanto existirem desavisados para darem créditos à ele!

A umbanda é rica em conhecimento e seu verdadeiro ensinamento vem dos guias e entidades espirituais e contradizer disso, é dar força para esses investidores comerciais, que tentam de todas as formas, se aproveitarem da umbanda.

Eu acho que muitos adeptos de umbanda, trazem consigo uma suposta eás vezes exagerada sede de conhecimentos e acham, erronêamente que, podem saciar essa sede de forma rápida e eficaz,quando na verdade apenas com muito trabalho dedicado e muito aprendizado conseguirão chegar á bons níveis de sabedoria,sempre valorizando a essência dos fundamentos da umbanda verdadeira, que são passados através da espiritualidade e do desenvolvimento mediúnico.
Oras, se é umbandista, porque acha que encontrará ensinamentos que lhe saciem a sede no candomblé,no cardecismo ou em outras ramificações espíritas por exemplo?
Se assim o fizer, não cumprirá com exatidão nem uma nem outra, afinal apenas os “bagunceiros” acreditam que podem mesclar ritos e cultos,entendam definitivamente, “não existem” misturas de cultos, pelo menos diante das divindades e da espiritualidade.
O que existe, são absurdos praticados pelos próprios adeptos, que com certeza, se encontram muito longe das essências verdadeiras de ambas as religiões!
A Umbanda é única, o Candomblé é único, o espiritismo de Kardec é único e todos, necessitam do que vem deles mesmos…deu prá entender pessoal?

Hoje, se formos em diversas casas ou terreiros de umbanda, veremos que cada um faz seu culto diferente do outro, não falando a mesma língua,sendo que nossa religião deveria ao menos ter seus cultos parecidos, enfim ao meu ver a umbanda se encontra sem identidade, cada um fazendo de sua forma e maneira,e o que é pior, achando que somente seu modo é verdadeiro e certo.
Assim sendo, nossa religião se enfraquece á cada dia, cada casa diz que a sua forma é a única correta, se criam inimizades, intrigas e como sempre, a religião e seus adeptos, perdem com isso,só ganham com essa situação, os próprios inventores (ditos sacerdotes e algumas outras doutrinas,que acabam por arrebanhar um enorme contingente de médiuns fracassados em seus propósitos mediúnicos

Pai Mario de Ogum

SENSAÇÕES…

SENSAÇÕES…

Quem já esteve em um terreiro de umbanda,nem que seja como simples curioso(a),que acaba indo porque a amiga,o amigo,o vizinho,o colega de trabalho ou ás vezes um parente convida insistentemente  e chegando lá começa á sentir uma enorme variedade de sensações,algumas nunca sentidas antes?

Fique tranquilo(a) se já aconteceu ou acontece com você,pois acontece com 9 á cada 10 pessoas que visitam um terreiro pela primeira vez  e para nós praticantes,vemos isso com extrema naturalidade,pois entendemos e conhecemos todas ou (quase todas) possíveis causas destas sensações,emoções,etc

Ao entrarmos em um recinto onde exista um trabalho espiritual acontecendo,devemos entender que o padrão vibracional daquele ambiente está totalmente modificado em relação ao nosso plano físico,ou seja,existe lá o que chamamos de egrégora  espiritual e este envoltório com certeza não será tão rapidamente reconhecido pelo ‘’seu’’ padrão vibracional,por estarmos ,na maioria das vezes mais densos ou ‘’carregados’’do que os médiuns que ali estão,devidamente preparados para o trabalho mediúnico,ilustrando:

Aqui em nossa casa por exemplo,em dia de culto,nosso corpo mediúnico está totalmente engajado e comprometido com o trabalho que será realizado e desde a véspera do culto,já estão se preparando fisicamente,espiritualmente,ritualísticamente e psicologicamente para esta empreitada,melhorando a qualidade de seu tônus vibracional de modo á se afinizar melhor com as entidades que irão trabalhar no culto e propiciar á elas uma melhor qualidade de conexão e acoplamento.

Quando alguns médiuns começam a vibrar numa intensidade vibracional mais equalizada,cria-se então a egrégora ,que é a força etérica que sustenta a qualidade de nosso trabalho e nos mantém equilibrados enquanto manifestados.

Neste momento á fim de proteger os limites períspirituais da casa,e começar as devidas averiguações astrais,todos os casos mais densos,as pessoas mais contaminadas e os problemas de maior vulto que possam estar na assistência começam á ser identificados pelas entidades,no sentido de serem diagnosticados e manipulados no momento de contato com estas pessoas/casos/situações.

Começa a acontecer nestes momentos iniciais de sondagem e averiguação,toda uma harmonização do campo vibratório de cada consulente,de cada pessoa presente no local á fim de coibir e minimizar perdas energéticas desnecessárias ,  que poderiam adulterar a qualidade de observância das entidades trabalhadoras da casa,passando á gerar,por conta desta súbita e repentina mudança vibracional algumas sensações  que se apresentam de forma clara á muitas pessoas fazendo-as na maioria das vezes assustar-se com elas…

Denomino sensações, todas as variações físicas,corpóreas  e sensoriais que normalmente não se apresentam frequentemente á uma pessoa,apenas em contato com a esfera espiritual,ouvindo os tambores,sentindo o perfume do incenso,tendo algum contato com alguma entidade.

As sensações mais frequentes e comumente vistas são: náuseas,dores ou incômodos estomacais,dores de cabeça,tremores,suor excessivo,palpitações,tonturas,movimentos involuntários do corpo,vontade de chorar,vonta de rir,pânico,vertigens e desmaios.

Todas estas sensações sentidas por consulentes, participantes e médiuns em iniciação, são totalmente inofensivos á integridade física,porém causam temor em quem não as sentem com frequência,criando na maioria das vezes uma ‘’primeira impressão’’ negativa da casa e da religião,já que em contato com outras denominações, nenhum destes sintomas haviam acontecido ou se apresentado de forma tão aguda assim.

Na hora do contato,consulente/entidade,esta cria mentalmente uma ‘’teia’’ onde irá depositar toda a carga espiritual que estava atuando em torno da aura do consulente, fazendo-o sentir as mais variadas sensações,ora boas,ora ruins,pois como já disse,esta  súbita modificação de tônus vibracional,ás vezes não é lido com rapidez pelo organismo físico,neste momento, deve o consulente,médium etc manter-se sereno e extremamente confiante no trabalho que está sendo realizado pela entidade ,á fim de lhe facilitar a conexão telepática e e facilitar o trânsito de informações necessárias á entidade.

A rejeição orgânica  e o consequente mal estar fisíco  pelo contato mediúnico ,acontece apenas pelo fato de um determinado organismo fisíco ainda não estar devidamente preparado e afinizado com todas as transmutações que ocorrem na mecânica de incorporação no corpo de um médium manifestado e não por ser este inoperante,incapaz ou estéril para a prática mediúnica,é necessário toda uma aceitação orgânica e mental para que as conexões ocorram de forma imparcial,sem sofrer modificações ou adulterações por parte dos médiuns.

Vejo,com tristeza que estas sensações são responsáveis por boa parte do abandono de frequentadores,simpatizantes e médiuns  em  nossa religião,já que muitos não esperam estes sinais se dissiparem e acabam rotulando o contato com o mediunismo, como ‘’nocivo ao bem estar fisico’’;o que é uma pena ,pois a grande maioria destes sintomas e sensações desaparecem á partir da completa aceitação mental e psicológica acerca da prática mediúnica por parte do médium,ou seja estando ele totalmente apto ao trabalho espiritual,tudo muda,tudo se modifica,tornando mais fácil nossa jornada.

Pai Mario de Ogum

Filosofia Tuod

Filosofia Tuod

A filosofia da Tenda de Umbanda Ogum Delê prega o respeito mútuo entre todas as formas de vida que habitam nosso planeta, afinal a prepotência humana não tem colaborado muito com a estabilidade do universo e o bem estar do próprio homem. Prega o total respeito aos nossos guias e entidades astrais, tendo-os como amigos espirituais e não como meros parceiros de trabalho ou de jornada. Prega o respeito aos mais velhos de nossa religião, preservando sempre o carinho á nossa ancestralidade espiritual e a toda a nossa linhagem.

Nossa História

Nossa História

A Tenda de Umbanda Ogum Delê é uma instituição Espiritualista, Monoteísta, Apolítica, sem fins comerciais, isenta de preconceitos, legalmente constituída em 14 de março de 1998.

O objetivo e compromisso fundamental da TUOD é a preservação e o desenvolvimento pleno da vida.

Em uma dimensão filosófica mais profunda, a TUOD reconhece a vida como sendo a expressão mais essencial da luz primordial que em algum momento da eternidade se fragmentou, dando origem ao mundo das diferentes formas de realidade (Efeito de Dan).

O conceito de individualização, ou seja, o processo pelo qual uma pessoa torna-se a si mesma, inteira, indivisível e distinta de outras pessoas ou da psicologia coletiva , associado ao princípio holístico do universo, tem sido a tônica dos estudos e pesquisas desenvolvidas pela TUOD,desde sua fundação até os dias atuais.

Conceitos deste tipo determinaram, na TUOD, a criação de uma pauta de investigações relacionadas a fenômenos, tais como os mediúnicos, a reencarnação, as forças e energias da natureza, os elementos, os orixás, a metafísica da criação, a ética ritualística, etc.

Referidos temas são abordados de modo isento e responsável em nossa casa

COMO ENTRAR EM HOSPITAIS,MARES,MATAS E CEMITÉRIOS

COMO ENTRAR EM HOSPITAIS,MARES,MATAS E CEMITÉRIOS

Tema de muitos questionamentos e dúvidas em nossa casa,mostro-lhes á seguir,dentro de nossa concepção e filosofia doutrinária, algumas normas á serem seguidas para prevenção de uma série de contaminações astrais em decorrência do contato com determinados ambientes.

Lembro á todos que lerem este artigo, que estes hábitos são oriundos de nossa casa e de nosso aprendizado,não sendo unânimes em todas as casas e terreiros

* Procedimentos  Litúrgicos ao adentrar em hospitais

1ª Firmar o anjo da guarda em casa antes de sair rumo á um hospital

2ª Usar preferencialmente roupas claras para higiene cromoterápica

3ª Saudar exú na última encruzilhada  antes de entrar em um hospital

4ª  Ao adentrar no  hospital saudar  a linhas das almas brancas

5ª Chamar sempre seu  caboclo ou sua cabocla de frente,pois ao contrário dos pretos(as) velhos(as) esta linha não se apresenta  ao trabalho projetado lá dentro

6ª Buscar manter-se  sempre a direta da cama

7ª Nunca sentar-se ou deitar-se na cama do doente

8ª Evitar-se comer comida hospitalar

9ª Evitar usar o banheiro hospitalar,mas caso tenha que usar , passar amoníaco no assento e fazer banho de assento assim que possível  com sabão de coco (mulheres)

10ª Tomar banho de defesa com 03 ervas  usadas em nossa casa

11ª Ao sair,mentalizar para que todas os envoltórios espirituais  que lá existem,não o acompanhem no retorno á sua casa ou trabalho

* Procedimentos  Litúrgicos ao adentrar em Cemitérios

1ª Firmar o anja da guarda em casa antes de sair rumo á algum cemitério

2ª Usar preferencialmente roupas claras para higiene cromoterápica

3ª Antes de entrar nos limites físicos de um cemitério,saudar Ogum Megê na calçada que entorna o cemitério,ofertando charutos sem sabor , cerveja branca ,vela branca e bater paó

4ª Tratar o exú da porteira do cemitério(particular de cada cemitério),com marafo ,charuto sem sabor e vela branca

5ª Tratar o exú  7 porteiras,preferencialmente no portão principal ( marafo,vela e charuto

6ª Dirigir-se primeiramente ao cruzeiro das almas (todo cemitério possui) e pedir licença para as almas benditas no cruzeiro levar 3,5,7,9,13 copos de água e velas referente as copos de água (este procedimento apenas com permissão da casa)

7ª Pedir licença ao exú tatá caveira  na 3ª catacumba á esquerda do cruzeiro acender 01 vela branca ou preta

8ª Não ficar lendo nomes, datas, nem olhando atentamente fotos dos falecidos nas catacumbas,evitando memoriza-los,o que poderia fomentar acompanhamentos e obsessões

9ª Ao sair pedir ao exú da porteira, para que nada que ali vibre,lhe acompanhar  em seu retorno para a sua casa ou trabalho( sair “sempre”de costas para a rua)

10ª Agradecer á Omolú e Obaluayê  pelos trabalhos ali realizados , lavar as mão com a cerveja de Ogum e se retirar em silêncio

* Procedimentos  Litúrgicos ao adentrar em Praias

1ª Firmar o anjo da guarda em casa antes de sair rumo ao mar,praia etc

2ª Usar preferencialmente roupas claras para higiene cromoterápica

3ª Ao chegar á beira mar,(areia seca)Saudar  Ogum Beira mar e pedir sua licença para realizar os trabalhos,na areia molhada (já em contato com as ondas do mar),Saudar ogum 7 Ondas e pedir sua licença para realizar os trabalhos

4ª “Sempre”presentear Iemanjá com flores,velas brancas e azuis,perfumes,essências,pentes etc, antes de realizar qualquer trabalho em sua casa

5ª Banhar-se e divertir-se sempre após realizar suas obrigações,jamais antes

6ª Ao sair definitivamente da água,agradecer á Mãe D´agua por ter estado ali epor ter permitido seus trabalhos e sua diversão

7ª Sair “sempre”de costas do mar,preferencialmente de cabeça baixa e total silêncio em respeito á Iemanjá

8ª Pedir á Ogum Beira mar e 7 Ondas, para que nada que ali vibre,lhe acompanhar  em seu retorno para a sua casa ou trabalho

Procedimentos  Litúrgicos ao adentrar em Matas,florestas etc

1ª Firmar o anjo da guarda em casa antes de sair rumo ao mar,praia etc

2ª Usar preferencialmente roupas claras para higiene cromoterápica

3ª Ao chegar na entrada de matas e florestas pedir licença á Oxóssi,servindo-lhe velas verdes,charuto sem sabor e vinho tinto,antes de iniciar os trabalhos

4ª Pedir licença ao seu caboclo ou cabocla de frente para a realização dos trabalhos

5ª Pedir licença á Ossãe,senhor da vegetação,das folhas e plantas caso tenha que utilizar qualquer planta para trabalhos ou decoração etc

6ª Utilizar e extrair da natureza, somente o necessário ao trabalho á ser realizado,evitando sempre desperdícios e desmatamentos desnecessários

7ª Expedições,acampamentos,trilhas deverão ser sempre realizadas após seus trabalhos,jamais antes

8ª Após o término dos trabalhos agradecer á Oxóssi e ás suas entidades por terem permitido a realização dos mesmos em sua morada e pedir-lhes , para que nada que ali vibre,lhe acompanhem  em seu retorno para a sua casa ou trabalho

Lembro á todos que nestes sítios naturais,o silêncio deve ser mantido igualmente como no terreiro,pois para nós são locais sagrados dedicados aos nossos orixás e guias,devemos evitar qualquer clima de descontração,risadas e distrações antes dos trabalhos,evitando em nossa conduta material evitar sempre profanar estes sítios com comportamentos incompatíveis ao nosso respeito á natureza,devemos evitar bebedeiras,sexo,uso de drogas e qualquer outro comportamento nestes locais sagrados que estejam  na contra mão de nosso aprendizado.

À QUEM PEDIR AUXILIO EM:

Hospitais:   Caboclos ,oxalá

Cemitérios:  Exú ,omulù

Matas:  Caboclos,oxóssi

Igrejas:  Pretos Velhos ,oxalá

Velórios:  Pretos Velhos,oxalá

Encruzilhadas:  Exú ou Pombogiras,Ogum

Outras casas e terreiros: Guias chefes de nossa casa

Mares e praias: Ondinas, Marinheiros,Iemanjá